Desmatamento da Amazônia
O desmatamento da Amazônia vem aumentando constantemente nos últimos anos mesmo depois de a legislação brasileira ter implementado nas leis ambientais mais penalidades como multas e aumentado a fiscalização, o problema mostra-se difícil de ser resolvido apesar de todas as providências possíveis, o fato é que o desmatamento da Amazônia pode sim ser resolvido, por toda a população, e algumas formas de ajudar pode ser denunciando e também comprando apenas madeira e móveis que tenham o selo de reflorestamento.
Animais em extinção no Pantanal
O Pantanal é uma região onde existe uma grande diversidade de fauna e flora, necessitando de medidas severas para sua preservação. Localizado no centro da América do Sul, na bacia do Alto Paraguai, possui uma área de 138.183 km2. Seu território divide-se entre os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Possui influência dos biomas Cerrado, Charco , Mata Atlântica e Amazônia.
O Pantanal é reconhecido como Reserva da Biosfera pela UNESCO, desde 2000, por conter uma das mais diversificadas reservas naturais mundiais.
Impactos ambientais da usina de Belo Monte
A construção da Usina de Belo Monte tem gerado discussões e polêmicas. O que está em questão é se os benefícios trazidos por ela superam os prejuízos. E quem mais vai sofrer são os índios que habitam os arredores do Rio Xingu.
As desvantagens da construção desta usina está diretamente relacionada com o impacto ambiental que irá causar a curto prazo. Serão cortadas muitas árvores da Floresta Amazônica, os peixes terão de mudar seu curso devido ao alagamento das cachoeiras e locais onde estão acostumados a se reproduzirem, com isto vários índios terão que procurar comida em outro lugar, já que existem muitas aldeias indígenas nesta região.
Além disso, várias aldeias serão inundadas, precisando haver uma mudança de habitação destes índios. Os patrimônios históricos também ficarão comprometidos podendo se perder para sempre nas águas.
Ecologia, Filosofia e Conservação
Hoje em dia fala-se muito em Ecologia e conservação, mas a maioria da população sabe somente o que vê em evidência na mídia. Mesmo dentro da academia, o entendimento do contexto das Ciências Ambientais é prejudicado pela fragmentação do conhecimento e, quando falamos de conservação, é necessária a aproximação dos conhecimentos científicos com os filosóficos, estes que conduzirão a elaboração de respostas consistentes a questões práticas.
A Ecologia tem papel fundamental quando o assunto é crise ambiental, já que é a área do conhecimento que dedica-se a estudar as interações entre os seres vivos e destes com o seu meio, mas é importante não confundir ecologia com ambientalismo. O ambientalismo é um movimento social que busca a redução dos impactos das atividades humanas sobre os ecossistemas. A relação entre ecologia e ambientalismo se tornou tão próxima que é comum vermos pessoas considerarem, de maneira equivocada, os dois termos como sinônimos.
Mas por que conservar é tão difícil? Pessoas envolvidas com a parte prática da conservação demonstram certa insatisfação com a ecologia justamente porque é impossível determinar “leis” abrangentes, visto a complexidade dos sistemas ecológicos.
Outra questão importante é o fato de que, ao contrário do discurso ambientalista que transmite a idéia de que seja qual for a justificativa, conservar é importante, é fundamental analisarmos o porquê de conservar. Geralmente, três justificativas são bem representativas: o benefício da conservação para o humano; a existência de valor intrínseco para a espécie; e sua importância para a manutenção da estrutura e processos do ecossistema.
O Homem pré-histórico – A evolução de nossa espécie
A história inicia-se com o surgimento do Homo Ergaster (há aproximadamente 2,5 milhões de anos atrás no leste da África). Seu comportamento era selvagem, foi o primeiro ser humano carnívoro e alimentava-se de carniça e restos de caça de outros animais carnívoros. Não se estabeleciam em um único local para viver, comunicavam-se através de gestos e utilizavam pedras como ferramenta cortante para partir a carne. Foi também o primeiro a manipular a pedra, criando lâminas e machados de mão, o que os ajudou a dar mais um passo para se tornarem melhores caçadores. O Homo Ergaster foi o trampolim para a evolução da espécie.
Entre 1,7 milhões de anos e 800 mil anos atrás, surgia o Homo Erectus. O domínio do fogo foi o fator marcante desta geração, foi um passo crucial para levar nossos ancestrais ao topo da cadeia alimentar. As ferramentas de caça também foram aperfeiçoadas, agora eram utilizadas lanças para atacar as presas o que os tornou predadores e não mais comedores de carniça. O Homo Erectus apresentava uma postura mais ereta, mas continuavam a se comunicar por gestos. O domínio completo do fogo proporcionou ao Homo Erectus o topo da cadeia alimentar.
O que é Extinção?
Todo mundo já ouviu falar na palavra extinção. Está sempre na mídia e já virou moda entre as manchetes dos noticiários, apontando os animais em extinção.
O significado biológico da palavra extinção é o total desaparecimento de espécies, subespécies ou grupos de espécies. Geralmente considera-se o momento da extinção como sendo a morte do último indivíduo da espécie e isto não é algo incomum no tempo geológico.
Existem quatro causas principais para a extinção de seres vivos: a caça, provocada pelo homem e responsável pela eliminação de quase um quarto das espécies; a destruição de habitats, contribuindo com 36% das extinções, que pode ser causada tanto pelo homem como por fenômenos naturais – como a extinção em massa que ocorreu há 65 milhões de anos; a causada pela ação humana, evidenciada pelo aquecimento global que tem contribuído cada vez mais para o aumento do número de espécies ameaçadas; e a extinção, também causada pelo homem, propiciada pela introdução de espécies exóticas em ecossistemas originais.




